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quinta-feira, 20 de novembro de 2008

Ah sim,

só para dizer que subscrevo todas as palavras da Zuza. Fiquei mesmo aliviado ao ver um filme tão bom, não percebo o desagrado da maioria.

Tem o selo de aprovação das minhocas.

sábado, 15 de novembro de 2008

Blindness

Simplesmente FENOMENAL!

Tão fiel ao livro em cada pormenor, em cada descrição. Os sentimentos tão bem transmitidos por palavras são, aqui, ilustrados por imagens inesquecíveis. Está ao nível do próprio livro que por si só já é qualquer coisa do outro Mundo e, por isso, superou, de todo, as minhas expectativas. Mas (há sempre um mas), tenho um aspecto a apontar: o famoso excerto do cão que lambe as lágrimas da mulher não teve o impacto merecido. Não sei se é de mim que ao ler o livro o imaginei muito mais dramático ou se a opinião é geral.

A mulher dos óculos escuros, tal e qual a imaginei. O velho da venda preta com o seu rádio, tal e qual eu o imaginei. As camaratas, as alas, o desespero, a loucura, o medo, tudo tão bem ilustrado. Uma das imagens que nunca me sairá da cabeça será a dos olhos pretos brilhantes que, irados de dor, se fecharam para sempre.

Mulher, não me esqueço da tua voz!
Eu não me esqueço da tua cara.

Vale a pena ver, sem dúvida alguma.

quarta-feira, 5 de novembro de 2008

« Hey there, big puffy version of Juno! »

Só o filme com o melhor argumento de sempre. Avé Diablo Cody.

sexta-feira, 17 de outubro de 2008

...and calls me on and on Across The Universe


« Is there anybody going to listen to my story?
All about the girl who came to stay.
She's the kind of girl you want so much it makes you sorry,
but still you don't regret a single day. »



Daqueles que podiam durar 10 horas. Inesperadamente genial por mais vezes que veja. A cor, o som, o ritmo, tudo. (nem me lembrava da última vez que tinha chorado num filme)

(também quero uma história assim, com músicas destas e tudo)

segunda-feira, 8 de setembro de 2008

Oh, Mamma Mia!

Meryl Streep, a Donna, such amazing. Um musical com uma história, no mínimo, divertida, ao som dos ABBA em terras gregas. Digo apenas isto: ainda ando a cantarolar honey honey, let me feel it, ah-hah, honey honey... mamma mia, here I go again my my, how can I resist you?

quinta-feira, 21 de agosto de 2008

Blindness

Com poucas expectativas estou, não porque o que se dá a mostrar não seja bom (avé Julianne Moore), mas porque será difícil transpor tal obra para os olhos de quem ao ter lido a mesma sabe ser impossível fazê-lo. Quem experiencia tais emoções apenas com letras, levando a história para um universo pessoal devido à anonimidade que caracteriza tão bem a mesma, pode vir a ficar pouco satisfeito com o formato apresentado por Fernando Meirelles. Roubando palavras do próprio Saramago: "o cinema destrói a imaginação." Uma questão de espera, até Novembro.

abreu, talvez sim

sexta-feira, 1 de agosto de 2008

« Lets put a smile on that face. »

Um sacrifício desnecessário, no entanto, uma obra-prima.

abreu, overwhelmed

domingo, 23 de março de 2008

El Labirinto Del Fauno


Qual o limite da imaginação, quando esta serve para fugir à realidade?

abreu, hace mucho, mucho tiempo...

segunda-feira, 25 de fevereiro de 2008

Oscars

Hum, não. Não gostei.

abreu, "Ganham sempre os que eu não gosto."

sexta-feira, 8 de fevereiro de 2008

Atonement

Arrebatador. De uma crueza deslumbrante salpicada de sofreguidão perfeccionista e intuitiva, que convida o espectador a sentir a sua história, tão ambígua no entanto tão única.

«...my sister and Robbie were never able to have the time together they both so longed for... and deserved. Which ever since I've... ever since I've always felt I prevented. But what sense of hope or satisfaction could a reader derive from an ending like that? So in the book, I wanted to give Robbie and Cecilia what they lost out on in life. I'd like to think this isn't weakness or... evasion... but a final act of kindness. I gave them their happiness. »

abreu, em estado estático

quarta-feira, 6 de fevereiro de 2008

Sweeney Todd


«There's a whole in the world like a great black pit
and the vermin of the world inhabit it
and its morals aren't worth what a pin can spit
and it goes by the name of London.»

Perfeição distorcida de forma sangrenta e macabra, tão horrível que chega a ser cómica.


abreu, sem nada a acrescentar

domingo, 4 de novembro de 2007

Pontos Finais.

Divertida, leve, simples, com uma discreta ousadia e relevo inesquecível. Trata-se da inteligente comédia Stranger Than Fiction. Uma história tão natural como a própria vida, sem grandes dramas e enredos, apenas o retrato rotineiro do ser humano em todo o seu esplendor.

«Numa manhã igual a tantas outras, Harold Crick, um solitário e discreto fiscal de impostos, começa a ouvir uma voz feminina narrar todas as suas acções com uma precisão assustadora. A outrora pacata e controlada vida de Harold vai deixando de ser pacata e muito menos controlada à medida que a voz - que só Harold consegue ouvir - vai narrando todos os acontecimentos do seu dia-a-dia. Até que, subitamente, a "voz" anuncia a morte iminente de Harold. Estupefacto e assustado, Harold apercebe-se que a única solução é tentar encontrar a pessoa que está a escrever a sua história e convencé-la a rescrever o final. Um divertido e apaixonante filme sobre a vida, sobre o amor, sobre a morte... e sobre os impostos.»

É de salientar a caricata - no entanto perfeitamente humana - personagem principal interpretada por Will Ferrel que não traz para este filme a bagagem das suas comédias mais físicas e algo ridículas. O restante elenco - Maggie Gyllenhaal, Emma Thompson, Dustin Hoffman e Queen Latifah - vêm apenas acrescentar o sério humor que caracteriza o argumento.

Em 10, seguramente um 10. Porque existem mais pontos sem ser o final.

abreu, uma história ainda a começar...

sábado, 3 de novembro de 2007

Mais um dedo na ferida.

Ponte, 2 de Novembro. Cinema. Corrupção, o filme inspirado no livro Eu, Carolina.

Superou, de todo, as minhas expectativas. Não vale a pena contar a história porque é do conhecimento de todos ou, pelo menos, deveria ser. Não pensei que estivesse tão fiel, tão explicito e detalhado. É um filme que vai gerar polémica. A actriz Margarida Vila-Nova desempenhou o papel de Sofia (Carolina Salgado), e como boa actriz que é, deixou-me sem palavras quanto à sua actuação. Foi realmente do outro Mundo.

A sensação de ver o filme, ver passagens do mesmo e recordar os telejornais a relatar a agressão deste, a fuga daquele, é arrepiante. Até mesmo a capa do livro, que no fim é editado, é idêntica. A fotografia de Margarida Vila-Nova captou perfeitamente os traços da original. Apenas mudou o título, obviamente. Vejam, vejam que vale a pena.

Gostei particularmente de uma parte no final em que ela pergunta algo do género: «E agora? Agora o que é que eu faço com a minha vida?» (Após a relação se começar a desmoronar.) Ao que ele responde: «Olha, escreve um livro!» E daí surgiu o livro Eu, Sofia.

* na imagem: Nicolau Breyner a representar Pinto da Costa e Margarida Vila-Nova a representar Carolina Salgado.


Eu, Zuza

domingo, 7 de outubro de 2007

Os mistérios dos V's

Remember, remember the fifth of November,

The gunpowder, treason and plot,

I know of no reason why the gunpowder treason

Should ever be forgot.


Poder, totalitarismo, opressão, silêncio vs. idealismo, anarquia, liberdade... vingança. Os ingredientes para uma história que, embora situada num futuro pouco provável, pode um dia fazer parte das nossas vidas.

«Passado na paisagem futurista de uma Grã-Bretanha totalitária, "V de Vingança" é a história de Evey, uma jovem que é salva de morte certa por um homem mascarado. Identificando-se apenas como "V", o mascarado revela um carisma incomparável e um talento extraordinário na arte do combate e da astúcia. V desencadeia uma revolução quando insta os compatriotas a lutar contra a tirania e a opressão. Mas ao descobrir a verdade sobre o misterioso passado de V, Evey toma também conhecimento da verdade sobre si própria e emerge como imprevisível aliada de V, no seu plano para devolver a justiça e a liberdade a uma sociedade afligida pela crueldade e a corrupção.»

Apesar de ser uma adaptação da banda-desenhada com o mesmo nome, V for Vendetta é dos poucos filmes sobre política e revolução que vale a pena ver. A personagem V está extremamente bem trabalhada desde o mistério da sua origem aos seus ideais anárquicos e revolucionários. A inspiração dada por Guy Fawkes, não só nos dá uma perspectiva histórica, como também adiciona uma grande dose de realidade sobre toda aquela ficção futurista.

Para quem não conhece, Guy Fawkes foi membro da Gunpowder Plot, um grupo de ingleses que conspirava contra a Coroa Inglesa, e pretendia explodir o Parlamento no dia 5 de Novembro de 1605. Foram apanhados com os explosivos, não conseguindo completar a missão, e de seguida executados, mas nunca esquecidos. No Reino Unido, a noite de 5 de Novembro é celebrada como The Bonfire Night. A tradição é queimar um boneco, que simboliza Guy Fawkes, muito fogo-de-artifício, e recitar as rimas acima.

No filme, V tem como missão acabar o trabalho do conspirador do séc. XVII, abolir o governo no poder e dar liberdade ao povo inglês novamente.

Tocante, motivante e simplesmente brilhante. De 0 a 10, dou-lhe um 9 (isto porque o raio do homem nunca tirou a máscara!), e recomendo a toda a gente.

.abreu.

domingo, 9 de setembro de 2007

"Olhó traila!"

Não é muito claro mas sempre dá para especular um pouco...

.abreu.

A Febre dos Aerossóis

Música, dança, mais música e mais dança. Cor, luz e boa-disposição fazem deste, para mim, o melhor filme do ano! Hairspray é sorrir do início ao fim - transmite uma alegria que não deixa ninguém indiferente. A genialidade das músicas, das coreografias e dos cenários são mesmo de se tirar o chapéu. E isto sem referir todo o elenco que fez um excelente trabalho: Os nostálgicos John Travolta, no seu fato feminino de 'peso', e Michelle Pfeiffer, na pele de vilã repleta de glamour, em memória dos bons velhos tempos, Queen Latifah, sempre poderosa de volta aos musicais, e Christopher Walken são as 'lendas' que o mundo já conhece. O elenco jovem não ficou nada atrás - James Marsden, Brittany Snow, Zac Efron, Elijah Kelley e Amanda Bynes (encantadora... a personagem que mais me divertiu) mostraram dotes tanto para a representação como para dança e voz. Por fim, aquela porque tanto ansiei ver e me surpreendeu bastante, Nikki Blonksy a estrear-se bombasticamente no mundo da sétima arte já no papel principal.


«Tracy Turnblad, uma rapariga grande com cabelo grande e um coração ainda maior, tem apenas uma paixão - dançar. O seu sonho é aparecer no "The Corny Collins Show", o programa de dança mais em voga da televisão de Baltimore. Mas é constantemente lembrada pela sua extremamente protectora e enorme mãe, Edna, que a sua enorme figura está fora das normas…pelo que nunca será popular. No entanto, nada fará parar Tracy, porque se existe algo que esta rapariga sabe, é que nasceu para dançar. Depois de deslumbrar Corny Collins, Tracy começa a fazer sombra à miúda mais cool das redondezas, Amber Von Tussle, deixando também a sua maquiavélica mãe, Velma, que dirige a estação de televisão WYZT, furiosa. O pesadelo começa para Amber, pois não só a audiência adora uma nova rapariga na cidade, como o seu amado Link Larkin parece também ficar apaixonado pelos encantos de Tracy. Uma verdadeira luta irrompe entre as raparigas enquanto competem e ambicionam pelo título de "Miss Teenage Hairspray".

Aspectos positivos: Passado em 1962 os pormenores da época estão à vista de todos - o Dia do Negro (dia em que o Corny Collins Show é exclusivamente direccionado para todos os negros da cidade - pois a ideia de misturar cores era absolutamente absurda), a cena onde se vê um grupo de grávidas a beber e a fumar ilustra o pouco conhecimento científico que a população tinha e muitos muitos outros detalhes que tornam o filme tão peculiar e divertido.
Transmite uma boa mensagem - independentemente das diferenças de cada um, todos somos especiais e temos algo para dar ao mundo, por muito que nos deitem abaixo nunca devemos desitir dos nossos sonhos pois são eles que nos farão felizes.

Aspectos negativos: Quem não é fã de musicais não vai achar muita piada ao filme, porque a música simplesmente não pára. ('Cause you can't stop the beat!)

De 0 a 10 dou-lhe infinitos mil (só para arredondar a coisa). Inesquecível e recomendo a todos e mais alguns, vão esquecer por duas horinhas as desgraças deste nosso mundo.



'Cause the world keeps spinnin' round and round

And my heart's keepin time to the speed of sound

I was lost til I heard the drums, then I found my way

'Cause you cant stop the beat!
.abreu.

sexta-feira, 7 de setembro de 2007

Felizmente a última!


Não foi mau de todo, no entanto esperava muito mais... A Última Legião só serviu para passar o tempo. Não nego que tenha bons actores, Ben Kingsley a fazer o que mais sabe e Colin Firth a estrear-se na acção não foi má ideia, mas Aishwarya Rai a incutir um dispensável girl power completamente irreal para a época e o romance do costume foi de todo descabido. O miúdo (Thomas Sangster) até tem jeito para a coisa, mas nada por aí além. Para os interessados:

"No dia da coroação do jovem Rómulo Augusto, com apenas 12 anos, Ambrosinus (Ben Kingsley), mentor e tutor de Rómulo, pressente perigo e Aurélio (Colin Firth), da quarta legião, é ordenado guarda pessoal de Rómulo. Nessa noite, o general Bárbaro Odoacro e o seu exército invadem Roma e uma batalha brutal devasta a cidade. Rómulo e Ambrosinus são capturados e feitos prisioneiros na ilha de Capri. Mas nem todos os legionários romanos estão mortos. Aurélio está vivo e reúne um grupo de homens para tentar libertar o jovem Rómulo Augusto. São a única réstia de esperança."

Apesar de tudo, a história secundária até está bem interessante e o final fez-me esboçar um sorriso de surpresa pois consegue-se fazer uma ligação directa desta aventura com uma lenda bem conhecida de todos.

De 0 a 10 dou-lhe 6 pois não me lembro de ter bocejado e pelo final que salvou tudo o resto.

Eu cá gosto de terror e de musicais (vá-se lá saber porquê!), amanhã: Hairspray!

.abreu.

sábado, 1 de setembro de 2007

O Ilusionista


«Eisenheim é um misterioso mágico que quebra as leis da natureza em frente a uma perplexa audiência. Uhl é o perspicaz Inspector-Chefe da polícia de Viena, um homem dedicado a implementar a lei e para quem a magia não tem lugar no seu mundo organizado. No meio, a bela e enigmática Sophie von Teschen, cujo futuro se vê inexoravelmente alterado a partir do momento em que conhece Eisenheim, ainda que ela esteja noiva do herdeiro do trono austro-húngaro.

Num mundo onde nada é o que parece ser, Eisenheim e Uhl enfrentam-se num desafio de vontades, tentando determinar onde acaba a realidade e começa a magia... ao mesmo tempo que esbatem a ténue linha que separa o poder e a corrupção, o amor e a devoção, a vigilância e a obsessão e, finalmente, a vida e a morte



Um filme genial, apesar de ser um pouco mais fantasioso e irreal que o Prestige. Admito que para mim, o Prestige é bem melhor, mas este também não lhe fica nada atrás. Tive pena do final pois era bastante previsível.

E assim passei a tarde de 3a feira.


Zuzuuu ^^

terça-feira, 28 de agosto de 2007

The Prestige - O Terceiro Passo


The Prestige está organizado como os golpes de magia de que fala, ou seja, também se divide em três partes: ‘The Pledge’ (a preparação), ‘The Turn’ (o truque) e ‘The Prestige’ (a revelação).

Alfred Borden (Christian Bale) e Rupert Angier (Hugh Jackman) são dois ilusionistas pioneiros na carreira que vivem em Londres no século XIX. De uma amizade surge uma perigosa rivalidade entre ambos, devido ao inesperado e trágico desfecho de um número. Este rivalidade dura anos, nos quais travam uma batalha pelo melhor truque de magia. Aquele que pode ser considerado o desafio final surge quando Alfred Borden inventa o 'Homem Transportado'. A partir daí Rupert Angier cria uma obsessão incontrolável de descobrir o segredo do novo truque do seu rival.

Este filme mostra o verdadeiro sacrifício do Homem em nome da vingança, do ciúme, e neste caso da própria magia, ou melhor, de um único truque. O quão importante pode ser uma rivalidade, ao ponto de se sacrificar a si e aos seus.

Um filme fantástico, perturbante e que nos prende completamente ao ecrã. Incrível a forma como a história é desvendada no fim. Na verdade ficamos deslumbrados com o final, era a peça que faltava para completar o puzzle. Mas (há sempre um mas), talvez fiquemos um pouco frustrados, porque a essência da magia é o próprio mistério, certo?

Sem dúvida, um dos melhores filmes que vi até hoje. De 1 a 10 merece nota 12.


Zuzuuu ^^

segunda-feira, 27 de agosto de 2007

Always the hours...

A primeira e última cena são idênticas. O restante, está repleto de emoções fortes e melancolia. Com um elenco fabuloso (Nicole Kidman, Meryl Streep e Julianne Moore) é uma história que não deixa ninguém indiferente, no entanto, difícil de entender.

Três gerações de mulheres são ligadas pela obra-prima literária "Mrs. Dalloway", enfrentando estados de depressão que lhes leva a questionar a vida e a felicidade. Inglaterra, 1923, Virginia Woolf escreve a história enquanto enfrenta as acusações do marido e da família sobre o seu fraco estado mental. Los Angeles, 1951, Laura Brown, uma dona de casa grávida e com um filho pequeno, deveria estar a preparar uma festa para o marido, mas embrenha-se na leitura do livro e simultaneamente pergunta-se se a vida que tem lhe traz felicidade, levando-a a tomar decisões drásticas. Nova Iorque, 2001, Clarissa Vaughan, editora de uma revista, tem a alcunha de Mrs. Dalloway, atibuída pelo seu amigo de longa data Richard. Apesar do seu relacionamento lésbico, a mente e o coração de Clarissa estão em Richard, o seu verdadeiro amor que está a morrer de SIDA.

Com um argumento peculiar, que transporta as emoções para o espectador, As Horas é o drama dos dramas. Para quem ainda não viu, que alugue ou peça emprestado, pois vai deixar uma marca bem profunda nas massas cinzentas.

[a frase que mais me deixou perplexo em toda a película]
Virginia Woolf: "Someone has to die in order that the rest of us should value life more. It's contrast. "
[Alguém tem que morrer para que o resto aprecie um pouco mais da vida. É um contraste.]

(o nariz falso que Nicole Kidman usa para se assemelhar à escritora mais a incrível representação valeu-lhe Óscar de Melhor Actriz. Prémio muito bem merecido, devo acrescentar.)

.abreu.