Aii, ai ai, tiras-me do sério!
(...) Apesar disso, desta vez, fui capaz de me libertar do tic-tac. Com as minhas duas mãos alimentei a alma com as emoções do coração… Cerrei os punhos com todas as minhas forças desejando ser dona do momento. E fui, e sou, e somos. Somos aquilo que quisermos ser porque, agora, o tempo pertence-nos. (...)
*excerto do Tic-tac do encontro (mais um dos textinhos para P.)
(Aaaaah, Amor de Perdição já está! Segue-se A Cidade e as Serras do nosso Eça.)
Zuza, (L)²