quarta-feira, 2 de abril de 2008

éle #2

Aii, ai ai, tiras-me do sério!

(...) Apesar disso, desta vez, fui capaz de me libertar do tic-tac. Com as minhas duas mãos alimentei a alma com as emoções do coração… Cerrei os punhos com todas as minhas forças desejando ser dona do momento. E fui, e sou, e somos. Somos aquilo que quisermos ser porque, agora, o tempo pertence-nos. (...)

*excerto do Tic-tac do encontro
(mais um dos textinhos para P.)

(Aaaaah, Amor de Perdição já está! Segue-se A Cidade e as Serras do nosso Eça.)

Zuza, (L)²